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	<title>Arquivos Blog - Dr. Ricardo Gusmão</title>
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	<description>Especialista em Cardiologia e Medicina Intensiva</description>
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	<title>Arquivos Blog - Dr. Ricardo Gusmão</title>
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		<title>Por que tratar a pressão alta e quais são os valores ideais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Ricardo Gusmão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 20:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hipertensão arterial sistêmica (HAS = pressão alta) é uma doença que pode acometer tanto jovens quanto idosos, sendo a responsável por 45% das mortes cardí­acas e 51% das mortes decorrentes de acidente vascular encefálico (AVE = o derrame). A principal razão para esses números alarmantes é que a HAS é uma doença silenciosa, ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A hipertensão arterial sistêmica (HAS = <strong>pressão alta</strong>) é uma doença que pode acometer tanto jovens quanto idosos, sendo a responsável por 45% das mortes cardí­acas e 51% das mortes decorrentes de acidente vascular encefálico (AVE = o <strong>derrame</strong>). A principal razão para esses números alarmantes é que a <strong>HAS é uma doença silenciosa</strong>, ou seja, não há sintomas que ajudem a identificar que uma pessoa está com elevação da pressão. As <strong>dores de cabeça</strong>, na nuca, vermelhidão no rosto, mal estar, etc, <strong>infelizmente não são sinônimos de pressão alta (PA)</strong>, porque se fossem, terí­amos um importante alerta que ajudaria em muito a reduzir os seus riscos.</p>
<p>Numa minoria dos casos <strong>a HAS</strong> é classificada como <strong>secundária</strong>, ou seja, é <strong>identificada uma causa</strong> para a elevação da pressão, tendo como exemplos mais frequentes as doenças renais, hormonais, congênitas (quando se nasce com uma alteração que acaba elevando a pressão arterial), etc. Aí­ poderemos vislumbrar uma <strong>cura</strong>, sendo frequente a ocorrência dos sintomas das outras doenças alertarem o paciente a procurar assistência médica e, como isso, sendo possí­vel mensurar a pressão e fazer o diagnóstico. Porém, na maioria das vezes essa causa não existe e a <strong>HAS</strong>, quando diagnosticada, é classificada como primária, se desenvolvendo silenciosamente (sem sintomas) e sem possibilidade de cura, mas de <strong>controle</strong> e, consequentemente, evitando as suas terrí­veis complicações, que aí­ sim darão sintomas, mas já pode ser tarde para evitar sequelas irreversíveis.</p>
<p>Importantes pesquisas nos ensinaram que quase <strong>1/3 da população brasileira tem hipertensão arterial</strong>, ou seja, níveis de PA ≥ 140x90mmHg; devemos ter especial atenção no que foi chamada pela última Diretriz Brasileira de Hipertensão publicado em 2020 (que é um documento feito para nortear o tratamento de uma determinada doença em um paí­s, por um grupo de médicos experts no assunto, e atualizada sempre que necessário), de <strong>pré-hipertensão</strong> (PH), ou seja, ní­veis pressóricos entre <strong>130 a 139mmHg</strong> de pressão sistólica (a máxima) e/ou <strong>85 a 89mmHg</strong> de pressão diastólica (a mí­nima). A importância disso é que esses valores estão relacionados ao próprio desenvolvimento de HAS e de várias anormalidades cardíacas. Dependendo da existência de outras doenças concomitantes (diabetes, insuficiência renal, insuficiência cardíaca, doença coronária, arritmia, etc) os ní­veis máximos da pressão ideal variam, mas sempre devemos almejar, pelo menos, valores menores que 140x90mmHg. Um grande alarde na mí­dia mundial aconteceu no fim de 2017 e início de 2018, quando a Diretriz Norte Americana foi atualizada, reclassificando os ní­veis de PA e de HAS, ou seja, seria necessário tratar já a partir desses níveis mais baixos. Hoje, isto já é considerado como verdadeiro em muitos paí­ses, inclusive no Brasil, após a publicação da Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial em 2025, incluindo no nosso meio o termo Pré-Hipertenso, ou seja, PA entre 120-139/80-89mmHg, onde aqueles pacientes com risco cardiovascular mais elevado devem ser tratados medicamentosamente. Hoje, o normal são aqueles que apresentam PA &lt; 120/80mmHg.</p>
<p>É por tudo isso que essa doença deve ser pesquisada ativamente, ou seja, todo médico de qualquer especialidade deve medir a pressão arterial dos seus pacientes que se considerem não hipertensos, fazendo uma importante e abrangente triagem e, se alterada, o paciente deverá ser encaminhado a um cardiologista para avaliação e tratamento.</p>
<p>Hoje temos muitas classes de medicamentos eficazes, sendo vários com duração de ação de 24h, reduzindo o número de tomadas ao dia e aumentando a aderência ao tratamento. Mas não podemos nos esquecer de que, uma vez diagnosticada a HAS e iniciada <strong>medicação</strong>, esta <strong>não poderá ser suspensa</strong>, nem por um dia, pois isso acarretará a elevação da pressão arterial e, se esse for um dia de azar, o seu primeiro sintoma poderá ser o aparecimento de um derrame ou infarto, já que não temos como prever qual ou quantas horas de elevação de pressão são necessárias para que essas importantes e debilitantes complicações aconteçam.</p>
<p>Estamos no meio de uma grande revolução na arte de tratar a HAS que vai alterar tudo que sabemos desde a época na qual descobrimos que uma pressão arterial aumentada pode matar, há muitas décadas; muito em breve, teremos <strong>aparelhos diferentes</strong> para medir e classificar os ní­veis tensionais em alterados ou normais, não os atuais convencionais (analógicos ou digitais) que medem a pressão periférica, mas sim aparelhos que vão mensurar de maneira não invasiva e a um custo acessí­vel, a <strong>Velocidade da Onda de Pulso (VOP)</strong>. Aí poderemos realmente usar melhor as atuais classes medicamentosas, não só para abaixar os ní­veis de pressão (já sabemos que não é o suficiente para reduzir todos os riscos), mas para alterar a hemodinâmica do paciente, visando <strong>reduzir</strong> de maneira muito mais efetiva as <strong>complicações </strong>decorrentes da elevação da pressão arterial. Mas isso é outra história.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Insuficiência Cardí­aca:  Os últimos 35 anos de revolução no seu tratamento.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Ricardo Gusmão]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2022 10:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A insuficiência Cardí­aca (IC), que é a evolução final de várias doenças, como Hipertensão Arterial Sistêmica (pressão alta), Doença Aterosclerótica Obstrutiva Coronariana (angina e infarto agudo do miocárdio), Doenças Valvares Cardíacas (estenoses e insuficiências), Taquiarritmias (as arritmias com frequência cardíaca alta), Miocardites (doenças inflamatórias que acometem o músculo cardí­aco secundárias a ví­rus, por exemplo) ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A insuficiência Cardí­aca (IC), que é a evolução final de várias doenças, como Hipertensão Arterial Sistêmica (pressão alta), Doença Aterosclerótica Obstrutiva Coronariana (angina e infarto agudo do miocárdio), Doenças Valvares Cardíacas (estenoses e insuficiências), Taquiarritmias (as arritmias com frequência cardíaca alta), Miocardites (doenças inflamatórias que acometem o músculo cardí­aco secundárias a ví­rus, por exemplo) ou Doenças Infiltrativas (como a Amiloidose ou a Sarcoidose), pode ocorrer com disfunção sistólica (com músculo cardí­aco mais fraco) ou diastólica (com músculo ainda forte).</p>
<p>Só a partir de 1987 é que descobrimos a primeira classe de medicações desenvolvida especialmente para esse tratamento com redução na mortalidade, os chamados Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (iECAs). Posteriormente em 1996, vieram os BetaBloqueadores; em 1999, os Inibidores da Aldosterona; só 15 anos após, em 2014, os Inibidores da Niprilisina foram descobertos e em seguida, as drogas desenvolvidas originalmente para o tratamento do Diabetes Mellitus que têm uma ação fantástica também na Cardiologia, os Inibidores do Cotransportador de Sódio e Glicose do Tipo 2 (iSGLT2) em 2015 e os Análogos do Tipo 1 Semelhante ao Glucagon (GLP1), em 2016.<br />
Todas essas classes anteriormente descritas devem hoje ser utilizadas para tratamento de Insuficiência Cardí­aca com disfunção sistólica. Mas somente em 2021 tivemos a confirmação da primeira classe de medicações que tem real eficiência na Insuficiência Diastólica, os iSGLT2.<br />
Na década de 80 o diagnóstico de IC com disfunção sistólica grave era quase uma sentença de morte em até dois anos, mas hoje temos um arsenal de tratamentos que, além de melhorar enormemente a qualidade de vida, aumenta em muito a sua quantidade. Mas é preciso utilizar as medicações certas para o seu caso, o quanto antes.</p>
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		<title>Para que serve e quando fazer o Risco Cirúrgico?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Ricardo Gusmão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 18:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qualquer procedimento em medicina tem o seu risco; mesmo ingerindo uma simples vitamina, dependendo da dose ingerida e das suas atuais condições clínicas, pode ser perigoso. Com as cirurgias não é diferente. Logicamente, há vários tipos de procedimentos cirúrgicos com diferentes riscos já previstos, desde os realizados em consultório com anestesia local (em creme ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Qualquer procedimento</strong> em medicina tem o seu risco; mesmo ingerindo uma simples vitamina, dependendo da dose ingerida e das suas atuais condições clínicas, <strong>pode ser perigoso</strong>. Com as cirurgias não é diferente. Logicamente, há vários tipos de procedimentos cirúrgicos com diferentes riscos já previstos, desde os realizados em consultório com anestesia local (em creme ou injetável) até aqueles que duram 12 horas ou mais, realizados com uma equipe que pode ter mais de dez profissionais ao mesmo tempo.</p>
<p>Na grande na maioria das vezes, o cirurgião não conhece / acompanha o paciente previamente, ou seja, não tem elementos para definir qual a escala de importância entre os seus medicamentos utilizados (mesmo que eventualmente) ou de doenças que porventura você já conheça e, principalmente, a cirurgia não é a especialidade médica treinada para investigar possíveis novas patologias clínicas não conhecidas, mesmo pelo próprio paciente.</p>
<p>Por isso é necessário a realização do <strong>Risco Cirúrgico</strong> pelo Cardiologista. Ele consiste na <strong>avaliação do porte</strong> (tamanho) da cirurgia, <strong>tipo de anestesia</strong> proposta (geral, loco regional ou local com sedação), na <strong>anamnese e realização de exame físico</strong> (feito na consulta médica propriamente dita), onde são pesquisadas as suas atuais condições clínicas, suas patologias e <strong>possíveis alergias</strong> conhecidas e as ainda não conhecidas, os <strong>medicamentos</strong> de uso contínuo (ou eventual), suas possíveis interações com os anestésicos a serem utilizados durante a cirurgia e, tão importante quanto todo o resto, <strong>o momento certo de parar</strong> (ou não parar) cada medicação por você utilizada, mesmo que isso aumente um pouco o risco do ato cirúrgico imediato, desde que reduza efetivamente a possibilidade de descompensar uma possível doença crônica que você possua, resultando no aumento do <strong>risco cirúrgico</strong> propriamente dito, que <strong>não termina com a sua saída do centro cirúrgico</strong>, indo por vezes até o primeiro mês de pós-operatório, já em casa, logicamente dependendo do porte e tipo de cirurgia.</p>
<p><strong>A avaliação</strong> dos exames solicitados pelo cirurgião e levados à consulta, do eletrocardiograma realizado na hora e, porventura, a realização de outros exames que o Cardiologista julgar necessário no seu caso, se juntam ao anteriormente descrito, a fim de calcular o seu Risco Cirúrgico, através de <strong>escores</strong> já há muito testados e validados. Por vezes, uma cirurgia eletiva (a agendada previamente) pode ser atrasada em alguns dias para equilibrar melhor uma alteração nova ou só vista nessa consulta de avaliação do risco (que pode ser um estado gripal ou uma infecção urinária, apenas para citar dois exemplos simples e frequentes), tudo visando reduzir as chances de <strong>complicação</strong> de um ato cirúrgico, que sempre poderão existir, <strong>mesmo naquele paciente “sem doença crônica e que não usa medicamentos continuamente”.</strong></p>
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		<title>A prevenção cardiovascular deve ser sempre individualizada</title>
		<link>https://www.ricardogusmao.med.br/a-prevencao-cardiovascular-deve-ser-sempre-individualizada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Ricardo Gusmão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2022 15:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A medicina, e especialmente a Cardiologia, evoluíram muito nos últimos 60 anos, muito mais que nos últimos dois séculos. Na década de 70 aprendemos que o controle da pressão arterial (em níveis que eram aceitáveis, à época) reduzia o risco de desenvolver um acidente vascular cerebral (conhecido como derrame). Foi só na década de 80, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A medicina, e especialmente a Cardiologia, evoluíram muito nos últimos 60 anos, muito mais que nos últimos dois séculos. Na década de 70 aprendemos que o controle da pressão arterial (em níveis que eram aceitáveis, à época) reduzia o risco de desenvolver um acidente vascular cerebral (conhecido como derrame). Foi só na década de 80, quando me formei, que o ácido Acetil Salicílico <strong>(AAS)</strong>, talvez droga mais custo efetiva já usada na Cardiologia, passou a ser indicado no tratamento de <strong>um infarto</strong>. Àquela época, a mortalidade no Brasil dessa grave doença beirava os 30% e hoje está em torno de 3 a 6% nos principais centros.</p>
<p>Mas essa queda drástica da mortalidade na Cardiologia só foi possível com a evolução do nosso melhor conhecimento das doenças. Demorou quase 30 anos para descobrirmos um modo eficiente de reduzir realmente o risco de ter um infarto e, consequentemente, sua mortalidade. Não bastava ter a pressão arterial controlada; era necessário parar de fumar, praticar exercícios regularmente, perder a famosa barriguinha, se alimentar melhor (em quantidade, qualidade e frequência), reduzir os níveis de glicose e de colesterol de acordo com o seu <strong>risco individual (baixo, médio ou alto)</strong> de desenvolver a doença obstrutiva arterial aterosclerótica (entupimento das artérias). Tudo isso junto, além de <strong>usar as classes certas de medicamentos</strong>, as mais efetivas, evitando ao máximo o clássico “melhoro uma coisa, mas o efeito colateral do tratamento piora outra”.</p>
<p><strong>Cada paciente</strong>, mesmo com uma mesma doença que outro, tem fatores de risco, gênero ou etnia diferentes, consequentemente, com <strong>metas de tratamento distintas</strong>. Isso só é possível ser avaliado com o conhecimento dessas várias alternativas, aliado a uma investigação completa durante a consulta (anamnese e exame físico) e a solicitação de exames pertinentes, sem excessos. Essa é a <strong>Cardiologia individualizada</strong>.</p>
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		<title>Por que ler a bula de um medicamento pode mais atrapalhar que ajudar?</title>
		<link>https://www.ricardogusmao.med.br/porque-ler-a-bula-de-um-medicamento-pode-mais-atrapalhar-que-ajudar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Ricardo Gusmão]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 13:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A medicina alopática, que é a mais praticada no nosso paí­s, baseia seu tratamento em medicações que são capazes de resolver a doença para a qual foram prescritas, porém podem desencadear efeitos colaterais, alguns indesejáveis. Isso porque só há poucos anos conseguimos ter disponíveis medicações que agem apenas no órgão para o qual foram prescritas, praticamente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A medicina alopática, que é a mais praticada no nosso paí­s, baseia seu tratamento em medicações que são capazes de resolver a doença para a qual foram prescritas, porém podem <strong>desencadear efeitos colaterais</strong>, alguns indesejáveis. Isso porque só há poucos anos conseguimos ter disponíveis medicações que agem apenas no órgão para o qual foram prescritas, praticamente acabando com esse risco.</p>
<p>Na Cardiologia, somente há poucos anos conseguimos ter disponí­veis essa classe de medicações, já conhecidas há mais tempo pela Oncologia, Reumatologia e Dermatologia: os <strong>anticorpos monoclonais</strong>, também conhecidos como medicações biológicas; as principais são quase que totalmente humanizadas, desenvolvidas através de engenharia genética justamente para agir só no alvo da doença e não em todo o organismo. O <strong>tratamento da dislipidemia (colesterol alto)</strong> teve um grande avanço com a criação dos inibidores da <strong>PCSK-9</strong>, uma classe que permite hoje tratar os casos mais graves. Como toda nova tecnologia, o principal empecilho para sua maior utilização é o custo elevado, mas a sua alta efetividade aliada a sua quase ausência de efeitos indesejados (os ditos colaterais) aumentam a cada dia sua utilização, o que vem reduzindo drasticamente os custos. Já temos disponível uma nova classe para esse tratamento: os RNA de pequena interferência ou <strong>siRNA</strong>, já com três medicamentos em estudo avançado, o Inclisiran, o Olpasiran e o Pelacarsen, sendo que o primeiro já está disponível para nós.</p>
<p>Como esse futuro da medicina está apenas chegando para nós brasileiros, essa é mais uma razão para sempre escolher nosso médico com o maior número de referências possí­veis, não só para que o diagnóstico e o seu consequente tratamento seja o mais acertado possí­vel, mas também para ter dele todas as informações necessárias acerca do seu tratamento, incluindo seus possíveis riscos, <strong>evitando a famosa leitura da bula do medicamento</strong>, que foi criada muito mais para resguardar os laboratórios de possí­veis processos inerentes aos indesejáveis efeitos colaterais, do que para orientá-lo acerca da medicação ou da sua doença. Quando se lê na bula que um remédio pode provocar, por exemplo, dor no estomago, o paciente não se atenta que esse risco descrito é de por exemplo, 0,6%, já tendo sido avaliado pelo seu médico que o benefí­cio da sua utilização é muito maior que o esse risco em especial. Por vezes, essa leitura pode levar os pacientes a interromper um tratamento antes do seu final, comprometendo todo o resultado. Essa orientação você tem normalmente apenas do seu médico de confiança.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Atualizações Cientí­ficas e participação em Congressos.</title>
		<link>https://www.ricardogusmao.med.br/atualizacoes-cientificas-e-participacao-em-congressos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Ricardo Gusmão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 11:58:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para mim, quatro são as melhores maneiras de se manter atualizado: Trabalhar em Hospitais de ponta, onde os colegas têm sempre algo novo a comentar; Trabalhar em centros formadores, com ensino a novos profissionais, pois os médicos residentes e os acadêmicos nos perguntam sempre muito, empurrando para frente; Participar de trabalhos cientí­ficos, onde os prospectivos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img title=" "fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-859" src="https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/ricardo-gusmao.jpg" alt=" " width="1000" height="503" srcset="https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/ricardo-gusmao.jpg 1000w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/ricardo-gusmao-300x151.jpg 300w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/ricardo-gusmao-200x101.jpg 200w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/ricardo-gusmao-400x201.jpg 400w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/ricardo-gusmao-500x252.jpg 500w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/ricardo-gusmao-994x500.jpg 994w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p><img title=" "decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-823" src="https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG-20200921-WA0000-1.jpg" alt=" " width="1008" height="572" srcset="https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG-20200921-WA0000-1.jpg 1008w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG-20200921-WA0000-1-300x170.jpg 300w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG-20200921-WA0000-1-200x113.jpg 200w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG-20200921-WA0000-1-400x227.jpg 400w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG-20200921-WA0000-1-500x284.jpg 500w, https://www.ricardogusmao.med.br/wp-content/uploads/2020/10/IMG-20200921-WA0000-1-881x500.jpg 881w" sizes="(max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /></p>
<p>Para mim, quatro são as melhores maneiras de <strong>se manter atualizado:</strong></p>
<ul>
<li>Trabalhar em Hospitais de ponta, onde os colegas têm sempre algo novo a comentar;</li>
<li>Trabalhar em centros formadores, com ensino a novos profissionais, pois os médicos residentes e os acadêmicos nos perguntam sempre muito, empurrando para frente;</li>
<li>Participar de trabalhos cientí­ficos, onde os prospectivos multicêntricos (feitos em vários Hospitais, visando responder a uma dúvida teórica) e os consensos nacionais (Diretrizes da uma Sociedade que normatizam como devemos tratar uma determinada doença) são aqueles que todos os médicos que gostam dessa área desejam participar um dia;</li>
<li>Ser convidado a participar em Simpósios e Congressos, regionais, nacionais e internacionais, para palestrar a cerca de um determinado tema.</li>
</ul>
<p>Desde 1992 trabalho no Instituto Nacional de Cardiologia, o principal centro cardiológico federal público do Brasil e desde 1998 nos Hospitais da Rede D’Or (inicialmente no Barra e agora no Quinta), inegavelmente <strong>centros privados de excelência</strong> e formadores dos nossos novos Cardiologistas.<br />
Já participei da confecção da Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Aguda, capitaneada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e publicada na maior revista em cardiologia do Brasil, o Arquivos Brasileiros de Cardiologia <strong>(Arquivos)</strong> e de trabalhos cientí­ficos uni e multicêntricos, sendo o mais recente publicado numa das maiores revistas médicas do mundo, a Journal of The American Medical Association <strong>(JAMA)</strong>.<br />
Fui e sou palestrante desde 1997 em vários temas em Cardiologia, tanto convidado como apresentando trabalhos cientí­ficos, por várias sociedades regionais, nacionais e internacionais, além de Hospitais, Institutos e Rede Hospitalares, como se segue: Pelo Instituto Nacional de Cardiologia, em vários Hospitais da Rede D`Or, pelas Sociedades Brasileira de Cardiologia (SBC), Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e de Terapia Intensiva do Estado do Rio de Janeiro (SOTIERJ), assim como a Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (SOCERJ), a World Heart Federation (WHF) e a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).<br />
<strong>Em outubro de 2022 fui convidado a participar</strong> mais uma vez do Congresso Brasileiro de Cardiologia da SBC, que ocorreu em conjunto com <strong>o Congresso Mundial de Cardiologia da WHF</strong>, que é a Federação Mundial de Cardiologia, dessa vez como Coordenador de uma mesa sobre <em>como iniciar a investigação de dor torácica em paciente sem doença coronariana conhecida</em>. Este foi o 77º Congresso anual da SBC, sendo que participo desse encontro desde 1989, convidado também para palestrar, moderar e/ou apresentar trabalhos cientí­ficos.<br />
Formado em junho de 1988, já vi mudar radicalmente vários tratamentos para doenças bastante frequentes, como Infarto Agudo do Miocárdio e Insuficiência Cardí­aca, só para citar duas. <strong>Manter-se sempre atualizado</strong>, mais do que uma ideia de mais de 30 anos, é uma necessidade para quem quer permanecer ajudando a quem nos procura.</p>
<p>Maiores informações sobre minha formação: Curriculum Lattes <a href="http://lattes.cnpq.br/6347278002257191">http://lattes.cnpq.br/6347278002257191</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Podemos tentar evitar um segundo infarto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Ricardo Gusmão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jul 2022 20:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta é sim, hoje temos conhecimento e medicamentos que podem reduzir efetivamente as chances de um segundo infarto. Se você tem algum fator de risco para desenvolvimento dessa doença, já conhecidos desde a década de 70 do século passado, mas até há pouco tempo interpretado de maneira incompleta e consequentemente inadequada, ou seja, se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A resposta é sim</strong>, hoje temos conhecimento e medicamentos que podem reduzir efetivamente as chances de um segundo infarto. Se você tem algum fator de risco para desenvolvimento dessa doença, já conhecidos desde a década de 70 do século passado, mas até há pouco tempo interpretado de maneira incompleta e consequentemente inadequada, ou seja, se algum <strong>familiar seu</strong> do sexo masculino com menos de 55 anos ou do sexo feminino com menos de 65 anos <strong>teve infarto</strong> (a chamada história familiar positiva para doença coronária); se você tem <strong>diabetes mellitus</strong> (glicose alterada), <strong>hipertensão arterial sistêmica</strong> (pressão alta), se <strong>fuma</strong>, é <strong>sedentário</strong> e/ou estressado em demasia, <strong>seu risco será maior</strong>, já que a doença não é curada mesmo após uma angioplastia ou até uma cirurgia de revascularização miocárdica (ponte de safena) bem sucedidas, procedimentos esses invasivos e de riscos bem conhecidos.</p>
<p>Os problemas que normalmente levam às doenças são decorrentes de <strong>alterações no metabolismo</strong> do seu corpo e com o coração não é diferente. São necessários vários anos “alimentando” essas modificações para que uma obstrução (entupimento) nas artérias coronárias aconteça, e as intervenções para controlarmos isso deverão ser sempre muito abrangentes, ou seja, <strong>somente a realização de procedimentos invasivos e uso correto das melhores medicações possíveis não serão suficientes para evitarmos um segundo evento.</strong></p>
<p>Um infarto tratado com o melhor atendimento hospitalar disponível pode levar à morte em cerca de 6% dos casos (infelizmente, no Brasil só alguns poucos Hospitais, restritos aos grandes centros, conseguem chegar a esses números, hoje considerados baixos), sendo que 50% destas acontecerão antes do paciente conseguir chegar ao Hospital (em casa, na rua ou no trabalho), a maioria ocorrendo nos mais jovens.</p>
<p>Somente com um <strong>tratamento global</strong>, iniciado na chegada ao Hospital com o diagnóstico e tratamento corretos para o seu caso, durante sua internação com uma conduta uniforme oriunda de um pensamento uníssono (sem médicos diferentes assistindo você a cada dia), definindo se há outro(s) vaso(s) a ser(em) tratado(s) invasivamente nessa mesma internação, ou no pós alta, já em consultório, com a definição do momento correto para voltar às suas atividades habituais, ao trabalho e, complementarmente, além da projetar seu melhor tratamento medicamentoso a médio e longo prazos, programar as <strong>mudanças no seu estilo de vida</strong> que serão necessárias, assim como a realização de exames específicos nos momentos certos, mesmo com você assintomático, conseguiremos realmente estabilizar essa terrível doença, sempre <strong>visando viver mais e com a melhor qualidade possível</strong>.</p>
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		<title>COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr. Ricardo Gusmão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2022 18:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos vivenciando problemas que a nossa geração nunca havia passado antes, só comparável a Gripe Espanhola, há mais de 100 anos. Não existem medicações preventivas comprovadamente eficazes contra o COVID-19, não devendo ser usadas. O seu médico irá avaliar o seu caso, prescrevendo a melhor medicação, em cada caso. Em caso de sintomas compatíveis com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivenciando problemas que a nossa geração nunca havia passado antes, só comparável a Gripe Espanhola, há mais de 100 anos. Não existem medicações preventivas comprovadamente eficazes contra o COVID-19, não devendo ser usadas. O seu médico irá avaliar o seu caso, prescrevendo a melhor medicação, em cada caso.</p>
<p>Em caso de sintomas compatíveis com resfriado ou gripe, não procure logo as emergências dos Hospitais e utilize apenas medicações sintomáticas, já aprovadas pelo seu médico.<br />
Se ocorrer febre (Temperatura > 37,8ºC) repetida, tosse intensa, falta de ar e/ou cansaço, associados à diarreia, perda do paladar ou do olfato é que isso deve ser feito, idealmente após contatar o seu médico para maiores orientações.</p>
<p>Infelizmente, ainda não há ainda medicamentos comprovadamente eficazes que nos protejam desse vírus a não ser as atitudes já largamente informadas pelo Ministério da Saúde de distanciamento social, uso de máscaras individuais quando necessário e higienização correta e frequente das mãos com água e sabão, álcool líquido a 70% ou álcool gel a 70%.</p>
<p>As vacinas são uma realidade também no Brasil e vieram para ficar; se você não tomou nova dose em 2023 ou 2024, já pode estar desprotegido. As vacinas aplicadas na Pandemia parecem não ter cobertura tão prolongada e, por isso, o repique de casos e até de mortalidade que está acontecendo no 2º semestre de 2024.<br />
Não podemos nos esquecer que para os Vírus com transmissão respiratória (Gripe, Covid-19) só temos as Vacinas. Na dúvida, procure seu médico!</p>
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